domingo, 31 de julho de 2011

Fisioterapia em trabalhadores

O corpo humano quando é submetido a rotinas repetitivas e erradas de trabalho desenvolve doenças e lesões que interferem não só no bem-estar como também na sua produtividade, sendo causada pela má postura que sobrecarrega músculos, articulações, tendões e ligamentos. Essas lesões são conhecidas como LER (Lesões por Esforços Repetitivos) ou DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), que geralmente se manifestam por sensação de peso, formigamento, fadiga e dor tanto em membros superiores e inferiores como também na extensão da coluna, além de stress e cefaléia. Essa desordem é causada por:

  • trabalhos em mesas e cadeiras inadequadas, sem apoio para pés e braços;
  • má postura para sentar;
  • usar inadequadamente teclados ou mouses;
  • má posição do monitor.
  • Em trabalhos que são feitos em pé, um dos fatores prejudiciais é a locomoção e tranferência de objetos muito pesados;
  • jeito errado de manipular objetos e ferramentas;
  • alturas inadequadas de superfície horizontais de trabalho e tempo excessivo da posição em pé.

A fisioterapia preventiva tem o papel de estabelecer para esses trabalhadores a ergonomia, além de ofertar-lhes a ginástica laboral.

E o que é ergonomia? É adaptar o trabalho ao homem. E não ao contrário!

Fonte: http://www.anossaescola.com/CR/webquest_id.asp?questID=2172


O melhor é prevenir o mal antes que as tais más posturas tragam uma série de consequências. Por isso, algumas posições devem ser evitadas:

  • levantar pesos arqueando a coluna para trás;
  • manusear objetos pesados longe do corpo;
  • manter-se muito tempo em posições fixas, tanto sentado como em pé;
  • evitar rotações da coluna, deixando objetos a serem utilizados sempre o mais próximo possível;
  • evitar levantar ou apoiar objetos acima do nível da cabeça ou no chão.

Fonte: http://www.ternuma.com.br/ergonomia.htm

Fonte: http://audiolist.org/forum/kb.php?mode=article&k=24

Em relação a ginástica laboral, é uma técnica que visa alongamento, fortalecimento, flexibilidade e relaxamento muscular de acorco com exercícios. É feito coletivamente se houver fisioterapeutas no ambiente de trabalho ou até individualmente, partindo da própria necessidade do trabalhador. Não são necessários utilização de grandes equipamentos. Tem o objetivo de deixar o corpo preparado para as tarefas de trabalho, diminuindo assim as suas fadigas e consequentes lesões. É feita no próprio ambiente de trabalho.

Abaixo, alguns exercícios que visam melhorar o bem-estar. São simples, rápidos e trazem grandes benefícios a quem os faz:

Fonte:http://leogomes-mg.sites.uol.com.br/ergonomia/

A fisioterapia não tem atuação preventiva somente em empresas, mas também para trabalhadores domésticos, além de ensinar o jeito correto se se portar na própria casa, ao deitar-se e levantar-se da cama, usar o computador, postura para ler livros, etc. Nas escolas, a atuação preventiva é para funcionários e estudantes, observando sua postura em sala de aula e o peso inadequado das mochilas, que interfere na biomecânica do corpo.

Fonte: http://accfisioterapia.com.br/blog/mochila-pesada/

… É a fisioterapia mais uma vez levando a qualidade de vida para todos, seja onde estiver.

Fonte:

http://fisiovirtual.wordpress.com/2011/01/30/fisioterapia-em-trabalhadores/

domingo, 17 de julho de 2011

Dicas para uma boa postura...



Fonte:
http://ergonomianasescolas.blogspot.com/2010/12/ergonomia-no-escritorio.html

Produtos com tecnologia personalizada, e certificação de ergonomia, acesse:

www.oppitz.com.br

www.cequipel.com.br

www.mauriciooppitz.com.br

www.oppitztec.com

domingo, 10 de julho de 2011

Maurício Oppitz


SAÚDE

Ergonomia, uma ferramenta para o sucesso de sua empresa

Por Rui Bocchino Macedo, especialista em Medicina do Trabalho do Bronstein Medicina Diagnóstica / DASA.

8/11/2009.
No século XVII, um século antes da Revolução Industrial, o médico italiano Bernardino Ramazzini já se dedicava a descrever as doenças ocupacionais das 54 profissões conhecidas na época. Ramazzini escreveu que “aqueles que levam vida sedentária e são chamados, por isso, de artesãos de cadeira, como os sapateiros, os alfaiates e os notários, sofrem doenças especiais, decorrentes de posições viciosas e da falta de exercícios”.

A Ergonomia como ciência teve origem em estudos sobre a Fisiologia do Trabalho, mais especificamente na fadiga e no consumo energético provocado pelo trabalho. As pesquisas tiveram como objetivo diagnosticar os problemas que causavam a fadiga no trabalho e, consequentemente, procurar soluções que pudessem eliminar ou minimizar este cansaço.

Mas, afinal, o que é ergonomia? Ergo significa trabalho e nomos pode ser interpretado como regras e leis naturais. Na definição da Ergonomics Research Society ela é o estudo do relacionamento entre o homem e seu trabalho, equipamento e ambiente, e aplicação dos conhecimentos de anatomia, fisiologia e psicologia na solução dos problemas surgidos desse relacionamento. Ou seja, a Ergonomia é a adaptação do trabalho às características do homem.

Na esfera corporativa é comum a discussão sobre gastos com afastamentos, absenteísmo e perda da produtividade, contingente de trabalhadores com restrições, deterioração nas relações humanas e indenização jurídica por dano físico. Todos temas ligados à Ergonomia que, uma vez bem explorados, trarão benefícios às empresas.

Desde a informatização dos processos, tem se visto também uma grande pressão sobre a empresa decorrente do fenômeno social LER/DORT. Eles são os distúrbios ou lesões de músculos e/ou tendões e/ou nervos causados pela utilização biomecanicamente incorreta especialmente dos membros superiores. Os resultados mais comuns são dor, fadiga, queda de produtividade no trabalho e incapacidade temporária. Conforme o caso, evoluem para dor crônica, nesta fase agravada por fatores psíquicos que reduzem o limiar de sensibilidade.

Os principais causadores do LER/DORT são posturas estáticas, compressão mecânica, repouso insuficiente para recuperação dos tecidos e força excessiva. As empresas também podem agravar a situação caso imponham mudanças de tecnologia que gerem o aumento do número de movimentos, horas extras excessivas e repetitividade de movimentos.

As principais soluções para os problemas de Ergonomia são a eliminação ou a diminuição de frequência de movimentos e posturas críticas, desenvolvimento de projetos ergonômicos, rodízio ou revezamento nas tarefas, melhoria de método e organização do trabalho, exercícios para preparação para o trabalho, além da orientação e cobrança de atitudes corretas no trabalho. No caso da repetitividade de digitação, por exemplo, o ideal é que o trabalho não ultrapasse cinco horas por dia, sendo que, a cada 50 minutos trabalhados, existam dez minutos de pausa.

Importante também sempre lembrar sobre a importância da qualidade de vida dos profissionais. A boa utilização de tempo para a família, para o lazer e para si mesmo são armas extremamente eficazes na resolução de conflitos e no manejo do estresse. E é igualmente relevante refletir sobre o fato de que as empresas que têm como meta obter destaque no mercado globalizado devem usar a Ergonomia como estratégia para otimizar as condições de trabalho e diminuir as influências nocivas à saúde física e mental dos colaboradores. Assim, serão proporcionados meios para que eles possam ser criativos e participativos nas organizações.

Fonte:

http://opiniaoenoticia.com.br/vida/saude/ergonomia-uma-ferramenta-para-o-sucesso-de-sua-empresa/

Mais informações sobre estes, e outros produtos acesse:

www.oppitz.com.br

www.cequipel.com.br

www.oppitztec.com

sábado, 2 de julho de 2011

ERGONOMIA AO USAR O COMPUTADOR


Veja abaixo a posição ideal e correta em relação à mesa de trabalho, cadeira e computador.






Para total conforto observe os itens abaixo:

1. Você deve ter uma cadeira confortável e sem defeitos. Seus pés devem tocar o chão completamente ou algum apoio, não podendo ficar livres no ar. A coluna deve formar um ângulo de 90º com as coxas, e a mesma tem que estar bem apoiada no encosto. Recliar a cadeira só na hora de descansar.
2. O monitor deve estar localizado de 10º a 20º abaixo do nível dos olhos e a uma distância de 50cm a 65cm.
3. Os papéis a serem utilizados juntos com o computador devem ser dispostos ao lado do monitor.
4. O monitor reflete imagens "fantasmas" facilmente observadas quando desliga-se o mesmo e observa-se na tela imagens de janelas e outras fontes de luz. Para evitar esses reflexos quando o monitor está ligado, é necessário posicioná-lo contra fonte de luz (lâmpadas e janelas). Existem anteparos que são colocados em frente aos monitores, reduzindo significativamente esses reflexos (telas anti-reflexo).
5. Luzes fortes no campo periférico da visão causam um brilho desconfortável. Janelas, luzes fluorescente de teto e lâmpadas de mesa, contribuem para o problema. Um nível de iluminação aceitável requer o meio-termo entre a quantidade de luz necessária para se obter visibilidade da tela do computador e a necessária para a execução de outras tarefas do escritório.
6. Pessoas com mais idade precisam de mais luz do que as jovens para executar confortavelmente as mesmas tarefas. Se você tem acima de 50 anos a necessidade de luz é o dobro da normal.
7. O monitor produz estática que ajuda no depósito de pó na tela e piora a imagem. Limpe-o freqüentemente com um lenço de papel e soluções anti-estática.
8. Quanto maior a resolução do monitor, menores ficam as letras, exigindo uma maior concentração para a leitura. O tamanho das letras deve ser ajustado de forma a propiciar uma leitura fácil e rápida.
9. Evite cores em excesso quando configurar o computador, e imagens de fundo no desktop, pois dificultam muito a leitura.
10. A cor dos caracteres também afeta a sua visibilidade. Exposições monocromáticas (uma única cor) proporcionam imagens mais legíveis.
11. Tarefas alternativas durante o dia é uma medida simples e preventiva para a redução do "stress" visual, já que as tarefas no computador são repetitivas e podem tornar-se estressantes, tanto mental como fisicamente após um período longo de trabalho contínuo.
12. Ao realizar qualquer atividade onde é exigida uma maior concentração que a normal, você pisca menos, ocorrendo umalubrificação inadequada do olho, o olho torna-se "seco". Ocorre também uma maior abertura ou fechamento da fenda palpebral (distância entre as pálpebras superior e inferior), ocasionando uma contratura em excesso dos músculos que abrem e fecham as pálpebras e dos músculos da face, o que pode desencadear dores de cabeça.

Fonte:http://arquitetandonanet.blogspot.com/2009/03/ergonomia-ao-usar-o-computador.html

sábado, 25 de junho de 2011

Aumentam casos de lesão por uso de notebook (todo cuidado é pouco..)

Por: Marconi

O uso prolongado dos notebooks tem aumentado os casos de dores e lesões em ligamentos e articulações. O formato do aparelho dificulta uma boa postura durante a digitação e pode causar problemas nos ombros, cotovelos, punhos e na coluna, além de dor de cabeça.

Preocupado com a popularização dos PCs portáteis entre estudantes norte-americanos, o especialista em reabilitação Kevin Carneiro, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), cunhou o termo “laptoptite’’ – em analogia a doenças como a tendinite – para designar os problemas causados pelo aparelho. “A diferença para os desktops é que, no notebook, o monitor e o teclado estão conectados, o que dificulta o posicionamento do corpo’’, disse Carneiro.
No Brasil, a tendência é a mesma. Em 2010, as vendas de notebooks superaram pela primeira vez as de desktops – foram vendidos mais de 7 milhões de computadores portáteis, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica. A preferência pelos laptops é impulsionada pela queda nos preços e a facilidade no transporte. Os efeitos já são vistos nas clínicas.

“Recebo muitos pacientes com dores. A maioria dos problemas é de postura. A pessoa deita na cama e quer resolver tudo no laptop: não dá para ficar sem dor’’, diz Paulo Randal Pires, presidente do Comitê de Mão da Sbot (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia). A professora universitária Patrícia Alfredo, 29, já sente o ônus da mudança. Trocou o desktop pelo notebook há seis meses e já convive com dor no pescoço, cotovelo e na cabeça e tensão nos ombros.

“Uso a mesma mesa do desktop e adquiri um suporte. Mas, por mais que eu tente posicionar o computador direito, meu braço nunca fica totalmente correto.’’ Mesmo assim, ela continua usando o notebook. “A tentação é grande, é muito fácil e carrego para todo lado.’’

MENOS TEMPO
Um estudo publicado em fevereiro na revista “Ergonomics’’ por pesquisadores da Boston University Sargent College, nos EUA, mostrou que usar o notebook por mais de quatro horas por dia já traz riscos de dores e lesões. “O ideal seria usar esse tipo de computador só para emergências e viagens’’, diz Raquel Casarotto, professora de fisioterapia da Faculdade de Medicina da USP. A pesquisa também avaliou o impacto do uso de cadeiras adequadas, suporte e teclado sem fio na redução de dores de 88 universitários durante três meses. O grupo que usou os acessórios apresentou menos problemas.

Como o monitor do notebook é fixo, não dá para deixá-lo na altura ideal sem a ajuda dos acessórios. No improviso, o usuário força o pescoço para baixo, tensionando ombros e coluna. Os punhos também ficam mais tensos, porque é mais difícil apoiá-los no laptop. A posição errada altera a circulação sanguínea e afeta a nutrição dos tecidos, o que pode causar inflamações. O ideal é acoplar um teclado ao aparelho, para melhorar a posição das mãos, e usar um suporte para elevar a tela à altura dos olhos. A altura das teclas deve permitir que os ombros fiquem relaxados – por isso, o notebook não deve ser usado no colo, na cama ou em mesas altas, como as de jantar.

Quanto menor o aparelho, maiores são os riscos. Teclas pequenas obrigam o usuário a adotar uma postura restrita, comprimindo músculos e gerando tensão em todo o corpo. “Um amigo se encantou com um notebook superpequeno, do Japão. Em três semanas de uso, desenvolveu uma inflamação dos tendões do cotovelo’’, diz Casarotto. Atenção também aos tablets, que devem ficar apoiados em mesas. Segurá-los causa dores nos punhos e nos dedos. Mesmo na mesa, o pescoço fica curvado para baixo, piorando a postura.

Fonte: Paraíba hoje.

http://blog.opovo.com.br/fisioterapiaesaude/aumentam-casos-de-lesao-por-uso-de-notebook/

domingo, 19 de junho de 2011

Novas carteiras informatizadas dispõem de monitores touchscreen ( Maurício Oppitz )

Equipamento consome 88% menos energia que um computador comum.


A nova carteira Touch Desk. (foto: Divulgação)

O Grupo Cequipel lança no mercado duas novas versões de carterias informatizadas: Touch Desk e Desk Tablet. O primeiro modelo possui novo design e monitor touchscreen, que, entre outras funções, permite escolher o uso ou não do mouse. O hardware utilizado tem tamanho e consumo reduzidos para evitar o aquecimento dos componentes internos. Já a carteira Desk Tablet está na mesma linha dos tablets, com tela única e multitouch, montada em estrutura com apoio triplo e regulagem de altura. Este produto está sendo utilizado como ferramenta educacional devido à alta capacidade de desempenho em aplicações de vídeo e processamento.

O equipamento consome 88% menos energia que um computador comum e opera interligado a um servidor de aplicações da internet. O programa permite que o professor coordene o conteúdo de acesso dos alunos na rede. "É o professor quem determina e libera o acesso ao uso da internet ou qualquer outro aplicativo, por exemplo. As características construtivas do produto
preservam a interatividade entre o professor e aluno dentro da sala deaula", afirma Mauro Silva, gerente de tecnologia do Grupo Cequipel.

Um outro diferencial dos produtos da empresa paranaense é o fato de serem ergonomicamente corretos. "Todos eles são pensados de forma que o aluno possa sentar-se confortavelmente e em posição adequada, evitando assim problemas de coluna, visão ou lesões. Com as carteiras informatizadas, o aluno não precisa carregar um notebook, o que diminui o peso da mochila e evita a chance de danos ou roubos", conta o diretor comercial do Grupo, Maurício Oppitz.

Além de serem modernas, as carteiras trazem conforto aos portadores de necessidades especiais, pois possibilitam a fácil acomodação de cadeirantes, pessoas com paralisia cerebral ou dificuldade locomotora. Também existem teclados especiais para cegos e entrada para fones de ouvido, o que melhora o aprendizado também das pessoas com deficiência auditiva.

Mais de 1.200 escolas já utilizam a carteira ao redor do Brasil, oito países ainda estão em negociação. Na cidade de Arajuno, no Equador, por exemplo, as crianças de comunidades indígenas já usufruem da tecnologia de 32 carteiras Desk-One. Na cidade de Bogotá, capital da Colômbia, os alunos do colégio Liceo Americano também utilizam as carteiras informatizadas.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=182743&t=novas-carteiras-informatizadas-dispoem-de-monitores-touchscreen


Mais informações acesse:

www.oppitz.com.br

www.cequipel.com.br